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Quando a autoridade jurídica já existe — e o desafio é torná-la institucional no digital

Escritório de advocacia com operação madura, carteira ativa de clientes e autoridade consolidada fora do ambiente digital buscava estruturar sua presença online de forma coerente com sua trajetória, excelência técnica e visão de longo prazo. O desafio não era visibilidade isolada, mas alinhar identidade, discurso e estratégia digital à potência da atuação jurídica já existente, superando tentativas anteriores frustradas e transformando o digital em um ativo institucional de crescimento.

Avaliação individual e confidencial, alinhada às normas da OAB.

Resumo Executivo

• Perfil inicial

Escritório consolidado, com operação madura e reconhecimento fora do digital, mas presença online fragmentada e pouco estratégica.

• Dor identificada

Autoridade jurídica não refletida no digital, baixa eficiência comercial, tráfego pago pouco performático e ações isoladas sem integração.

• Diagnóstico e direcionamento

Mapeamento da operação e clientes, definição de posicionamento institucional claro e alinhado à excelência já existente.

• Execução cirúrgica

Rebranding completo, revisão de site e materiais, identidade visual consistente, tráfego pago estratégico e conteúdo jurídico orientado por SEO.

• Investimento e critérios de avaliação

Investimento progressivo com foco em visibilidade imediata, eficiência comercial, leads qualificados, crescimento orgânico e fortalecimento da reputação institucional.

Resultados alcançados

Marca reposicionada, tráfego pago mais eficiente, crescimento orgânico consistente, leads qualificados e reconhecimento crescente como referência jurídica.

Perfil inicial — escritório jurídico estruturado, com autoridade fora do digital

Escritório já estabelecido, com anos de atuação, excelência técnica reconhecida, atendimento próximo e clientes recorrentes. A autoridade era concreta e validada na prática jurídica cotidiana, mas não estava institucionalizada no digital.

Havia iniciativas anteriores — site antigo, presença em redes sociais e tentativas de mídia paga — conduzidas de forma fragmentada, sem estratégia clara. Parte da autoridade digital estava concentrada na imagem individual de um dos advogados, sem refletir a força do escritório como organização jurídica integrada.

Dor identificada — quando o marketing jurídico não reflete a excelência da advocacia

A principal dor não estava na ausência de demanda, mas na assimetria entre a qualidade da atuação jurídica e a percepção gerada no ambiente digital.

Apesar de iniciativas anteriores em marketing jurídico, os resultados apresentavam padrões recorrentes: ciclos de campanha com picos temporários de visibilidade, seguidos por queda de desempenho e necessidade constante de ajustes. A comunicação produzida exigia revisões frequentes por imprecisões conceituais, o que aumentava o tempo de validação interna e comprometia a fluidez operacional.

Os leads gerados, embora em volume razoável, demonstravam baixo grau de maturidade jurídica. Em muitos casos, chegavam desalinhados ao perfil ideal do escritório, demandando esforço elevado de triagem e apresentando taxas de conversão inconsistentes ao longo do tempo.

Além disso, a presença digital existente não operava como ativo institucional. A autoridade percebida estava concentrada em iniciativas isoladas e não refletia, de forma contínua, a solidez da operação, a experiência acumulada e a excelência no atendimento que já sustentavam o escritório fora do digital.

Na prática, o marketing jurídico funcionava como um elemento reativo, pouco previsível e desconectado da estratégia de longo prazo — quando deveria atuar como extensão natural da autoridade já construída.

Sua autoridade merece presença digital

Avaliação individual e confidencial, alinhada às normas da OAB.

Execução estratégica — diagnóstico, diretriz e alinhamento institucional

A execução foi precedida por um diagnóstico aprofundado, que deixou claro que o principal entrave não estava na ausência de ferramentas ou canais digitais, mas na falta de alinhamento entre identidade institucional, discurso jurídico e estratégia de crescimento.

A análise inicial evidenciou três pontos críticos:

  • A marca não expressava, de forma clara e consistente, a maturidade e a especialização da operação jurídica

  • A linguagem utilizada nos canais digitais variava conforme o meio, gerando ruído na percepção de autoridade

  • Os materiais institucionais não operavam como instrumentos estratégicos, mas como peças isoladas de comunicação

A partir desse diagnóstico, definiu-se uma diretriz central: antes de escalar performance, era necessário reconstruir a base institucional do digital.

Essa diretriz orientou todas as decisões seguintes. O rebranding jurídico não teve caráter estético, mas estratégico — voltado a consolidar posicionamento, reforçar especialidade e estabelecer coerência entre forma, conteúdo e entrega.

Foram então estruturadas, de maneira integrada:

  • A redefinição de posicionamento e proposta institucional

  • A construção de uma linguagem jurídica estratégica, consistente em todos os pontos de contato

  • A elaboração de um manual de marca com diretrizes claras de uso e comunicação

  • A revisão completa de site, materiais institucionais e presença digital

Esse processo permitiu reduzir retrabalho, aumentar previsibilidade nas entregas e criar uma base sólida para as estratégias de autoridade e performance que se seguiram.

O alinhamento institucional alcançado garantiu que cada ação digital passasse a reforçar — e não distorcer — a percepção da excelência jurídica já existente, tornando o crescimento sustentável e compatível com a maturidade do escritório.

Estratégia de autoridade digital e performance jurídica

A definição da estratégia partiu de um pressuposto central: escritórios juridicamente consolidados não podem sustentar crescimento relevante apenas com mídia paga, especialmente quando o objetivo é autoridade institucional e previsibilidade.

A análise inicial demonstrou que, nas tentativas anteriores, a maior parte do investimento concentrava-se em ações de curto prazo, com picos pontuais de visibilidade, mas baixo efeito cumulativo. Os leads gerados apresentavam bom volume, porém exigiam alto esforço de qualificação e apresentavam taxas de conversão inconsistentes ao longo do tempo.

Diante desse cenário, optou-se por uma estratégia combinada e progressiva, desenhada para equilibrar retorno imediato e construção estrutural de valor.

O tráfego pago passou a ser utilizado de forma estratégica e controlada, com foco em:

  • Redução gradual do custo por lead ao longo dos ciclos de campanha

  • Aumento perceptível da taxa de maturidade dos contatos recebidos

  • Maior previsibilidade de resultados, mesmo com ajustes de orçamento

Em paralelo, o investimento em marketing de conteúdo jurídico e SEO foi estruturado com base em indicadores de médio e longo prazo, priorizando:

  • Crescimento contínuo de tráfego orgânico, partindo de uma base praticamente inexistente

  • Aumento do tempo médio de permanência e profundidade de navegação

  • Elevação progressiva da autoridade percebida nas buscas e nos primeiros contatos

Com o avanço da estratégia, tornou-se possível observar uma inversão gradual da dependência de mídia paga: parte relevante da demanda passou a ser sustentada por presença orgânica, enquanto o tráfego patrocinado assumiu papel mais tático e eficiente.

Esse modelo permitiu que o digital deixasse de operar como centro de custo volátil e passasse a funcionar como ativo institucional previsível, alinhado à maturidade da operação jurídica física e à expectativa de clientes que já chegam mais informados, seguros e decididos pela contratação.

Indicadores de Evolução Estratégica

• Posicionamento institucional

Marca reposicionada e alinhada à maturidade da operação jurídica, refletindo autoridade já existente.

• Qualificação dos leads

Aproximadamente 1,4x mais maturidade nos contatos, com clientes chegando já próximos à decisão de contratação.

• Eficiência em tráfego pago

Redução próxima a 30% no custo por lead, com campanhas mais previsíveis e sustentáveis.

• Crescimento orgânico (SEO)

Tráfego orgânico consistente, partindo de base mínima e passando a sustentar parte relevante da demanda.

• Conversão e previsibilidade

Ciclo de decisão encurtado e taxas de conversão superiores em comparação ao período inicial, reduzindo esforço comercial.

• Reputação digital

Autoridade institucional consolidada, com percepção de excelência reforçada em todos os pontos de contato.

📌 Nota: Os números apresentados são aproximados. Por questões de confidencialidade, não divulgamos métricas exatas de nossos clientes.

Quando o digital passa a refletir a excelência real — efeitos diretos da estratégia aplicada

O ponto de inflexão do projeto ocorreu quando o digital deixou de operar como um conjunto de iniciativas isoladas e passou a funcionar como extensão estruturada da operação jurídica já consolidada.

O alinhamento entre diagnóstico, diretriz estratégica e execução permitiu que cada ponto de contato digital reforçasse a mesma leitura institucional: especialização clara, maturidade jurídica e consistência na entrega.

A partir desse reposicionamento, alguns efeitos tornaram-se evidentes de forma progressiva:

  • A comunicação passou a exigir menos validações internas, com maior precisão conceitual e previsibilidade

  • O tráfego pago deixou de gerar volume genérico e passou a atrair contatos mais aderentes ao perfil ideal

  • O conteúdo orgânico começou a sustentar parte relevante da demanda, reduzindo pressão sobre mídia paga

  • O site passou a operar como ativo institucional, não apenas como vitrine informativa

Como consequência direta da estratégia de autoridade digital combinada com performance controlada, observou-se um aumento consistente na qualificação dos leads. Muitos contatos passaram a chegar já informados sobre o escritório, sua atuação e diferenciais, encurtando o ciclo de decisão e elevando a taxa de conversão.

O crescimento orgânico, antes inexistente, passou a acompanhar o volume de tráfego patrocinado em determinados períodos, indicando que a autoridade construída estava deixando de ser dependente de investimento contínuo e assumindo caráter estrutural.

Na prática, o digital deixou de ser percebido como risco reputacional ou centro de custo volátil e passou a ser reconhecido internamente como ativo estratégico previsível, alinhado à excelência real da atuação jurídica e à visão de longo prazo do escritório.

Autoridade não se cria no digital. Ela se traduz.

Se o seu escritório já possui excelência técnica, reputação construída e uma operação madura, o próximo passo é estruturar isso com método jurídico.

Avaliação individual e confidencial, alinhada às normas da OAB.